JOGO X ESPORTE (Diferenças Conceituais)

Mauro Betti

Betti, M. – Educação Física: dessemelhança e identidade com o esporte e o jogo. Informativo APEF/ São Paulo. n. 6. p. 10–12: n 7. p. 9-10. 1983.

 

Como advertência inicial, destacamos ao leitor que partimos de uma determinada concepção de Educação Física para o desenvolvimento de nossas idéias: a Educação Física é uma “ciência multidisciplinar , caracterizada pelo estudo e aplicação de atividades físicas específicas, objetivando a promoção, prevenção e preservação da saúde do ser humano”(1). O termo saúde é aqui considerado, de acordo com a Organização Mundial de Saúde, um “estado de completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doença ou enfermidade” (2).

 

Uma definição DE PER SI não é boa nem má. Neste caso é boa porque serve perfeitamente aos propósitos de nosso raciocínio.

 

Feito este esclarecimento indispensável podemos abordar outro conceito: o de ESPORTE. Não colocamos o esporte como sinônimo de Educação Física, ou idéia bastante difundida entre os educadores físicos, aquele como MEIO desta. Senão, vejamos: não podemos analisar o esporte somente a partir de suas exigências físicas (capacidades e habilidades), pois, então, esportes como o xadrez, por exemplo, estariam excluídos desta análise. Poder-se-à argumentar que o xadrez não é um esporte. Todavia, ele possui as mesmas características e organiza-se igualmente a qualquer outro esporte.

 

Por outro lado, considerar o esporte como meio da Educação Física não implica em aceitar que esportes como o boxe promovam a saúde do ser humano? Alguém ainda acredita nisto? Se o esporte é bom para a saúde, por que um jogador profissional é considerado imprestável para a prática futebolística depois dos 40 anos (há, é claro, honrosas exceções, sobretudo entre os goleiros…)? Aceitar o esporte como meio da Educação Física não implica também em aceitar os desvios e manipulações tão freqüentes no esporte? Podemos citar: suborno, “doping”, a violência usada como recurso técnico, super-treinamento, especialização precoce. Mas aparece aqui um habitual discurso sobre o esporte: “É preciso transformá-lo!”. Esta opinião é expressa na ignorância da evolução histórica do esporte, que vem a par com o desenvolvimento da sociedade capitalista, individualmente e competitiva. Ou terá sido mera coincidência o esporte organizar-se, tal como conhecemos hoje, na Inglaterra do século XIX, em pleno processo da Revolução Industrial e do surgimento do capitalismo, fenômenos os quais, juntamente com a Revolução Francesa mudaram decisiva e permanentemente a face do mundo ocidental? Tentar transformar o esporte moderno tal qual ele se apresenta e é aceito em todo o mundo é verdadeira aventura quixotesca.

 

O esporte, como instituição social que é, reproduz todas as características da sociedade em que está inserido. Não é para menos que nas sociedades capitalistas a tendência é ver se o esporte cada vez mais absorvido pela atividade econômica, ou seja, como uma atividade produtiva (veja-se o exemplo do futebol, no Brasil e em outros países). Para LAGUILLAUMIE o esporte é reflexo das categorias do sistema capitalista industrial: competição, rendimento, medição, “record”, divisão do trabalho (especialização), racionalização, abstração do trabalho e alienação. (3)

 

Até este ponto o leitor poderá estar surpreso, talvez inconformado ou simplesmente entediado com o quadro lançado pelo autor. Mas não estou apenas manipulando conceitos e idéias.

 

O que pretendo é revalorizar a Educação Física e delinear-lhe uma área específica de atuação, a partir de análise de suas relações com o jogo e o esporte. Retomemos o conceito de Educação Física: “Ciência multidisciplinar, caracterizada pelo estudo e aplicação de atividades físicas específicas, objetivando a promoção, prevenção e preservação da saúde do ser humano”. Ora, está implícito que a saúde proposta pela OMS deva ser para TODOS. E o esporte não pode ser para todos (*). É da índole do melhor; o máximo rendimento físico-técnico.

 

Qual seria o caminho então? Para traçá-lo precisaremos recorrer a mais um conceito: o jogo. A literatura apresenta-nos várias definições. Ficaremos com a de Joahan Huizinga. O jogo é “atividade livre, conscientemente tomada como não-séria e exterior à vida habitual, mas ao mesmo tempo capaz de absorver o jogador de maneira imensa e total. É uma atividade desligada de todo e qualquer interesse material, com a qual não se pode obter qualquer lucro, praticada dentro de limites especiais e temporais próprios, segundo uma certa ordem e certas regras”. (4). Detalhando esta definição, o autor de HOMO LUDENS aponta as seguintes características no jogo:

 

O jogo é livre, ele próprio é liberdade; ou seja, é uma atividade voluntária, porque se sujeito a ordens, não é mais jogo. É livre ainda porque não é imposto por necessidade física ou dever moral e nunca constituiu uma tarefa, sendo sempre praticado nas horas livres, e é possível, a critério dos participantes, interrompê-los a qualquer momento. Conclui Huizinga: “As crianças e os animais brincam porque gostam de brincar, e é precisamente em tal fato que reside sua liberdade”. (5).

O jogo é exterior à vida habitual, ele leva a uma evasão da vida “real” para uma esfera temporária de atividade com orientação própria. Contudo, esta característica não impede que o jogo se processe com a seriedade usual da vida cotidiana. “Todo jogo é capaz” – assegura Huizinga – “de absorver inteiramente o jogador”. (6).

O jogo é desinteressado, ou seja, não está ligado à satisfação imediata das necessidades e desejos; enfim, é uma atividade temporária, “que tem uma finalidade autônoma e se realize tendo em vista uma satisfação que consiste nessa própria realização”. (7).

O jogo caracteriza-se pelo seu isolamento e limitação. Distingue-se da vida comum pelo lugar e duração que ocupa; é jogado dentro de limites de tempo porque joga-se até que se chegue a um certo fim; o jogo inicia-se e, em determinado momento, acabou-se. É limitado no espaço porque existe “no interior de um campo previamente delimitado, de maneira material ou imaginária, deliberada ou espontânea”. (8).

O jogo cria ordem e é ordem. Para Huizinga, o jogo introduz na confusão da vida e na imperfeição do mundo uma perfeição temporária e limitada, exige uma ordem suprema e absoluta: a menor desobediência a esta “estraga o jogo”, privando-o de seu caráter próprio e de todo e qualquer valor.” (9). As regras desempenham função essencial no jogo. Elas determinam o que é permitido ou não dentro do mundo restrito e temporário do jogo.

Mais algumas palavras de que se vale Joahan Huizinga para exprimir o conceito de jogo: divertimento, alegria, ilusão, tensão, mistério, fascínio. Poderá então o leitor indagar-se: mas o esporte não é também um jogo? Para esclarecer este ponto transcrevemos abaixo um trecho de HOMO LUDENS:

 

“Desde o último quartel do século XIX que os jogos, sob forma de esporte, vêm sendo tomados cada vez mais a sério. As regras se tornariam cada vez mais rigorosas e complexas, são estabelecidos recordes de altura, de velocidade ou de resistência superiores a tudo quanto antes foi conseguido”. (10).

 

Como se vê, apesar de publicada em 1938, a obra de Huizinga é de uma atualidade impressionante. Nas últimas três ou quatro décadas o esporte tornou-se ainda mais complexo : da preparação do atleta (culminando com a criação da “ciência do treinamento desportivo” ao material esportivo (veja-se o exemplo da vara de fibra de vidro no Atletismo). Até o biótipo dos indivíduos passou a ter importância para a superação das “performances”. A estatura, o peso, as relações das medidas corporais são dados fundamentais para a possibilidade de participação esportiva, da qual o homem comum foi alijado. Examinemos o que nos fala a respeito disto um artigo sobre remos, publicado em 1977 em uma revista destinada a técnicos desportivos e professores de Educação Física: “O remo é um esporte semimecânico, cujos resultados dependem parcialmente da proporção dos membros. UM JOVEM COM MEDIDAS IDEAIS PODE NÃO ALCANÇAR ALTO RENDIMENTO, MAS PARA ALCANÇAR ALTO RENDIMENTO É PRECISO TER MEDIDAS IDEAIS”. (11). As várias modalidades aliciam atletas de tipos físicos bem caracterizados, porque não dizer exóticos: o pivô de 2,20 m no Basquetebol; o arremessador de 135 quilos no Atletismo. O treinamento atlético perfeito em período integral, tornando o amadorismo uma farsa. O que restou ao homem comum foi o consumo do esporte-espetáculo. Os meios de comunicação de massa dedicam grande parte de seu tempo e espaço ao esporte de competição. Alguém consegue imaginar um homem de 1,60m jogando basquetebol nos jogos Olímpicos? Por tudo isto, conclui Huizinga, “esta sistematização e regulamentação cada vez maior do esporte implica a perda de uma parte das características lúdicas mais puras”. (12).

 

O esporte foi transformado numa coisa sui generis que nem é jogo nem é seriedade”. (13).

 

Parece-nos a esta altura estar suficientemente demonstrando que o esporte não é jogo. Esta opinião é compartilhada por vários autores. NORONHA FEIO, em sua obra “Desporto e Política” (14) resume o pensamento de BOUET (15) e BUYTENDIJK (16) sobre o assunto. Esporte e jogo têm em comum elementos essenciais: liberdade, gratuidade, prazer e regras; mas estes elementos diferenciam-se numa e noutra atividade:

 

Liberdade e gratuidade: no esporte, “não se exclui a importância dada aos resultados, o que se faz é tão importante quanto a livre escolha que se fez”. (17).

O prazer é “processado imediata e unicamente pela motivação lúdica; enquanto que a motivação desportiva integra em alto grau o gosto pelo esforço, aceitação de ascese do treinamento, confronto com o perigo”. (18).

As regras do jogo ao mundo da ficção, e as do esporte integram o praticante na realidade. Enquanto que no jogo as regras “conferem ao indivíduo o máximo de liberdade na permanente possibilidade de opção de continuar ou não a prática, as regras do desporto apresentam-se restritivas, imperiosas, minuciosas e conseqüentes em relação a um objetivo que se deseja alcançar”. (19). Ainda, para Michel Bouet, existem outros pontos de ruptura entre o jogo e o esporte:

O esporte é intensivo e transcendente: a relação da atividade com o indivíduo é refletida e a atitude do praticante leva à preparação ativa ou desenvolvimento de um plano (métodos de treinamento), e à tensão elevada; enquanto que o jogo é extensivo e imanente, a atividade é espontânea, a atitude se traduz em repouso e baixa tensão.

O jogo vive no tempo; o esporte é organizado nele, condicionando a preparação do desportista para a obtenção da máxima “performance”.

O espaço, no esporte, tem medidas precisas, fixas e codificadas; no jogo, qualquer espaço pode servir.

Enfim, enquanto o esporte é “efetivação, aplicação de princípios, normas, superação consciente do indivíduo, procura de objetivos, especialização”, o jogo “desenvolve-se num mundo fictício impregnado de imaginação”. (20).

As idéias até aqui apresentadas tornam-se mais claras quando atentamos à definição de esporte elaborada por Gunter Lüschen, autor de vários trabalhos sobre o tema. Para este sociólogo, o esporte é “uma forma de atividade competitiva em interação com outras pessoas. Esta atividade baseia-se principalmente na habilidade física, e é gratificante tanto intrínseca como extrínsecamente. A medida ou quantidade de gratificação extrínseca (material e/ou social) define até que ponto cada atividade esportiva concreta forma parte de um contínuo que vai do jogo (play) ao trabalho”. (21).

 

Como se vê, esta definição procura abranger tanto as atividades lúdicas caracterizadas por Huizinga (no que se refere a jogos de habilidade física), como a profissionalização da atividade esportiva, bastante criticada por aquele autor: “O espírito do profissional não é mais o espírito lúdico, pois lhe falta a espontaneidade, a despreocupação”. (22).

 

O parágrafo anterior pode ter trazido alguma confusão para o leitor. Expliquemo-nos melhor. Para Huizinga o esporte não é lúdico (este ponto julgamos já estar suficientemente fundamentado). E, se não é sério, é porque está desarticulado do processo cultural. Todavia, os esportes “vem sendo tomados cada vez mais a sério” (23), portanto, como se fosse um TRABALHO (lembremo-nos que o jogo nunca é uma tarefa e é praticado nas horas livres). Em última análise, o que Huizinga faz é opor radicalmente o jogo ao esporte. Lüschen polariza o jogo de um lado e o trabalho do outro, unindo os dois num contínuo de atividades, TODAS CHAMADAS ESPORTE. O jogo oferece uma recompensa intrínseca, o esporte profissional uma recompensa ostensivamente extrínseca. É preciso insistir em que, para Lüschen, entre o jogo e o trabalho existe uma gama de atividades intermediárias.

 

Chegamos enfim ao ponto que mais nos interessa: onde situar a Educação Física neste quadro teórico? Se substituímos o que Lüschen chamou de TRABALHO por ESPORTE, o que pode ser feito sem qualquer incoerência teórica, teremos um contínuo que vai do jogo ao esporte. Este modelo é defendido, entre outros autores, por SAGE (24) e EDWARDS (25). Pois bem, neste contínuo estão abrangidas, entre outras, a totalidade das atividades físicas específicas da Educação Física. Evidentemente, já não vale mais aqui a definição supra-citada de Lüschen, pois nem sempre a Educação Física utilizará formas de atividade competitiva, embora continuem válidos os pressupostos da habilidade física e quase sempre interação com outras pessoas. Atente o leitor que não quero dizer com isto que o jogo e o esporte são a Educação Física, mas sim que ela ocupa algum lugar no centro deste contínuo, MAIS PRÓXIMO DO JOGO QUE DO ESPORTE, e aqui está a questão-chave : a ludicidade. A Educação Física deve ser livre, alegre, intrinsecamente motivante. O indivíduo pratica-a porque gosta, e porque gosta, e porque promove e preserva sua saúde; não há “records” abstratos a atingir, não há recompensa extrínseca em disputa, não há pré-requisitos ou de habilidade a satisfazer, havendo lugar, portanto, para o cestobolista de 1,60 m e para o futebolista com mais de 40 anos.

 

Contudo, a Educação Física encontra-se atualmente tão identificada com o esporte, seja no senso-comum, seja nos meios de comunicação, e até entre os profissionais da área, que se confunde com ele. SEYBOLD já alertou para o problema da “esportivização” da “Educação Física” escolar, condenando-a. (26). Se a Educação Física tem uma ação educativa, deve recuperar a ludicidade como uma de suas características fundamentais. E há espaço também para o esporte na Educação Física, desde que este se fundamente na motivação lúdica e vise a saúde do participante afastando-o do esporte-trabalho, do “record”, da especialização. Para NORONHA FEIO, o esporte é o jogo TRANSFORMADO, ou seja, o seu aparecimento tem sempre uma motivação lúdica. (27). Como utilizar a liberdade e a voluntariedade do jogo, enfim, sua informalidade, no contexto necessariamente mais formal da Educação, seja ela escolar ou não, é tarefa que compete à Pedagogia e à Didática. Esta tarefa, aliás, já foi em parte brilhantemente executada por Annemarie Seybold nas suas obras “Princípios Pedagógicos” e “Princípios Didáticos na Educação Física”. (28).

 

Ao contrário do que possa ter concluído o leitor, não é nossa intenção condenar o chamado esporte “de alto nível”. O esporte é um dos fenômenos sociais mais fascinantes do mundo moderno, institucionalizado em praticamente todos os países ocidentais e orientais. O que pensamos, em suma, é que a atuação do profissional em Educação Física não deva situar-se neste esporte, assim como também não na esfera do jogo no seu sentido específico. Ninguém joga cartas porque faz bem para a saúde. Em conseqüência, a Educação Física tem uma área de atuação característica, que não é o jogo nem o esporte, mas na qual estão presentes alguns elementos dos dois. As atividades físicas da Educação Física possuem adequada intensidade, suficientes freqüências e duração com o objetivo de promover e preservar a saúde do ser humano; e logo se vê que o jogo e o esporte podem perfeitamente adaptar-se a estes requisitos. A mão de obra para o esporte competitivo de alto nível poderia talvez ser formada num curso especialmente destinado a tal finalidade. Aliás, o esporte tem existência autônoma, segue seu próprio curso, alheio à figura do professor de Educação Física.

 

Sabemos que o posicionamento ideológico aqui implícito vai de encontro à formação dada pelos cursos superiores aos professores de Educação Física em nosso país. Valoriza-se excessivamente a técnica e tática esportivas, voltadas para a obtenção do máximo rendimento, do “mais alto, mais rápido, mais forte”, direcionando a capacitação do profissional para o esporte de alto nível. Todavia, pelo incipiente desenvolvido deste tipo de esporte no país, este profissional vê-se envolvido, no mais das vezes na escola, por que clientela que absolutamente não está preparada para receber esta técnica e dela não precisa.

 

Este transporte dos objetivos, conteúdos e estratégias voltados à preparação de atletas é fatal para a Educação Física escolar. Seus efeitos mais funestos são o comprometimento da participação efetiva dos alunos, notadamente dos menos habilidosos, e a frustração do professor, que não consegue ver alcançados seus objetivos, porque inadequados. A aprendizagem da técnica de movimentos esportivos é boa apenas quando tem significado e utilidade para o praticante, e quando bem utilizada pelo professor. Em contrapartida, qual professor de Educação Física, em sua formação acadêmica, teve a oportunidade de ler o já citado clássico de Huizinga, HOMO LUDENS, obra fundamental para se entender a motivação lúdica na Educação Física?

 

Se estas idéias aqui rapidamente expostas provocarem polêmica e protestos irados, o autor terá atingido seu objetivo: tirar a Educação Física brasileira da letargia intelectual em que está afundada há décadas. A Educação Física precisa formar seu corpo teórico e definir seu objetivo de estudo, se quiser afirmar-se como ciência. Caso contrário, corre o risco de ter morte precoce, sendo absorvida por outras áreas.

 

 

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

 

Escola de Educação Física da USP, Comissão de Ensino, 1981.

Organização Mundial de Saúde, 1946/1967.

LAGUILLAUMIE, Pierre: Para uma critica fundamental del deporti, in “Deporte, cultura y represion, Editorial Gustavo Gili, Barcelona, 1978, pág. 20 e seguintes.

HUIZINGA, Joahan: Homo Ludens, Perspectivas, São Paulo, 1971, pág. 16.

Ibidem, pág. 10.

Ibidem, pág. 11.

Ibidem, pág. 12.

Ibidem, pág. 13.

Ibidem, pág. 13.

Ibidem pág. 219.

REEBERG, Wilson: Remo, Revista Brasileira de Educação Física e Desportos, nº 33: 67 – 73, 1977.

HUIZINGA, Joahan: op. Cit., pág.219.

Ibidem, pág. 220.

FEIO, Noronha: Desporto e Política, Compedium, Liboa, 1978.

BOUET, Michel: Signification du Sport, Firmin, Paris, 1968. Citado por Noronha Feio, op. cit. Pág. 57.; Les Motivatons des Sportifs, Paris, 1960. Citado por Noronha Feio, op. cot. Pág 58.

BUYTENDIJIK, F.J.J.: Atitudes Et Mouvements, Desclée de Brouwer, 1952, Citado por Noronha Feio, op. cit. Pág. 58.

FEIO, Noronha: op. cit. Pág. 57.

Ibidem, pág. 58.

Ibidem, pág. 58.

Ibidem, pág. 59.

LUSCHEN, Gunter: Sociologia del Deporte, in “El Deporte a Luz de la Ciencia”, Grupe O. ; Kurz, D.; Teipel, J.M. (ed.), INEF, Madrid, 1974, pág. 103.

HUIZINGA, Joahan: op. cit. Pág. 219.

Ibidem, pág. 219.

SAGE, George H. (ed). Sport and American Society: Selected Readings, addisin-Wesley, Massassuchets, 1970. Citado por Klaus V. Meir, in “On The Inadequacies of Sociological Definitions od Sport”, Int. Review of Sport Soc., 2 (16): 79 – 102, Varsóvia, 1981.

EDWARDS, Harry: Sports as a Social Instituition, in “Sport Sociology: contemporary themes”, Andrew Yiannakis et alii (ed), Kendall Hunt, Dubuque, Iowa, 1976.

SEYBOLD, Annemarie: Princípios pedagógicos en la educacion física, Kapelusz, B. Aires, 1974, pág. 179.

FEIO, Noronha, op. cit. Pág. 62.

SEYBOLD, Annemarie: Princípios didácticos en la educacion física, Kapelusz, B. Aires, 1976.

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